Uma descrição do produto entra. Legenda pronta e imagem gerada saem. É esse o escopo inteiro — e é de propósito.
Quem tem uma loja de bairro sabe exatamente o que quer anunciar: a promoção da semana, o produto que chegou, o horário especial de feriado. O que trava não é a ideia — é transformar a ideia em post.
Escrever uma legenda que não pareça genérica, produzir uma imagem que não seja foto de celular no balcão, manter alguma consistência entre um post e outro. Cada um desses passos é pequeno; juntos, viram o motivo pelo qual o perfil fica três semanas parado.
PostPilot corta o caminho inteiro para um campo de texto. A pessoa descreve o que quer anunciar do jeito que falaria com um cliente, e recebe o post montado.
"Pizza de calabresa em promoção na quinta, 39 reais, só até as 22h." Linguagem normal, sem formulário de campos obrigatórios.
A Anthropic API escreve a legenda no tom do negócio, com chamada para ação e hashtags coerentes — não uma lista de trinta hashtags aleatórias.
FLUX, via Hugging Face, produz a arte a partir da mesma descrição. O prompt de imagem é derivado do texto, não escrito à mão pelo lojista.
Publicação direta pela Meta Graph API, planejada para a v2. Até lá, o post fica salvo e é copiado para o app do Instagram.
Um produto pequeno se define mais pelo que recusa do que pelo que aceita.
Planejar um mês de conteúdo é um problema diferente, e maior. Aqui o escopo é um post por vez.
Instagram só. Cada rede tem formato, tom e API própria — atender todas mal não ajuda ninguém.
Se a arte não serviu, gera de novo. Construir um Canva pequeno dentro do produto é construir o produto errado.
Dashboard de likes não faz o lojista postar mais. O que faz é o post ficar pronto em trinta segundos.