Polaryeti é um estúdio de software independente. Cada projeto é construído do zero, com atenção ao problema real que resolve — não ao que parece impressionante numa proposta.
A Polaryeti constrói produtos próprios. Também presta consultoria de software para quem precisa de decisão técnica de quem já errou o suficiente pra saber onde não errar de novo — arquitetura, revisão, o problema específico que travou o time.
Não existe pacote nem tabela pública. Cada consultoria é combinada individualmente — escopo, formato e valor fechados direto com quem contrata, do mesmo jeito que um site com escopo fechado, como o da Cara do Vídeo, também é.
O que não muda é o padrão: entrar num projeto exige entender o problema primeiro. Diagnóstico em slide sem trabalho técnico depois não é consultoria — é apresentação, e isso continua fora daqui.
Não é promessa de portfólio — é o que os sete projetos aí do lado provam na prática.
Next.js, Supabase, Prisma — do protótipo ao deploy, com dado modelado e tipagem estrita.
Estático, sem framework, sem build — escopo e preço fechados antes de começar.
Texto e imagem aplicados a um fluxo real de negócio — não um chatbot genérico colado por cima.
PWA, WebAudio, mecânica própria — vanilla JS quando framework seria peso morto.
n8n, webhooks, Postgres — integrações que rodam sozinhas, sem alguém disparando manualmente.
Arquitetura e decisão técnica, combinada individualmente com quem contrata.
Não é manifesto. É o critério usado quando duas opções parecem igualmente razoáveis.
Se não dá para descrever quem sofre com o problema hoje e o que essa pessoa faz sem a ferramenta, não existe projeto ainda.
Cada tela, opção e integração é permanente. Custa manutenção para sempre e precisa se justificar todo ano.
Tecnologia estável, bem documentada e que outra pessoa consegue ler. Novidade só quando resolve algo que o padrão não resolve.
Não conta como pronto enquanto estiver rodando só na máquina de quem escreveu.
Nenhuma data é prometida quando ela depende de aprovação de terceiro, de API externa ou de tempo que não existe.
Tirar um recurso morto é tão entregável quanto adicionar um novo — e costuma melhorar mais o produto.
O que exatamente está sendo resolvido, para quem, e o que essa pessoa faz hoje sem a ferramenta. Essa etapa termina em uma frase, não em documento.
A menor versão que já entrega o resultado central. Sem autenticação bonita, sem onboarding, sem tela de settings vazia.
Tipagem estrita, dados modelados, migrations versionadas, deploy real. O protótipo é jogado fora se o modelo mudou.
O produto é usado de verdade, por semanas, e o que não é usado sai. Software que só cresce é software que só piora.
Gelo, aurora, frost. Um yeti é a criatura que sobrevive onde quase nada sobrevive — e faz isso sem alarde, longe de qualquer plateia. É uma boa descrição de trabalho independente feito com constância.
O símbolo é um cristal cortado pela linha d'água. Acima dela ficam as faces acesas: o que dá para ver de um projeto — a tela pronta, o site no ar, a demonstração de trinta segundos. Abaixo fica o resto, escuro e bem maior: o schema refeito três vezes, o recurso que foi cortado depois de pronto, as semanas em que nada aparece.
É a parte submersa que decide se a de cima presta. O logo é um lembrete disso — e o único lugar do site onde ele aparece inteiro é a primeira coisa que você viu ao chegar.